Que vida danada,
Stressada, atormentada,
Sempre a correr,
Sempre a girar.
É o pão pra comer,
A roupa pra lavar,
A comida pra fazer,
A casa pra arrumar.
E o dinheiro pra ganhar!
E eu cismo, revoltada,
Com tanta trapalhada.
As pernas não descansam,
O pensamento também não:
É a casa,
São os filhos,
É o homem,
É o cão.
Que tamanha agitação!
29/03/07
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário